Febre aftosa


A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo iniciou, no dia 1º de maio, a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa em bovinos e bubalinos. A campanha é realizada pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), e durará todo o mês e vale para animais com até dois anos, que somam 4,5 milhões das 10,3 milhões de cabeças existentes no território paulista.
São Paulo não registra um caso de aftosa há 20 anos. Embora não detenha o maior rebanho comercial do País, é corredor de exportação de carne bovina. O calendário de vacinação contra a aftosa no Estado para este ano foi lançado durante a 23 ª Agrishow, em Ribeirão Preto. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vacinou um bezerro, depois de participar da abertura da feira.
“São Paulo está atento à sanidade animal para que nenhuma doença comprometa os rebanhos paulistas com reflexos negativos na renda do produtor e para o agronegócio”, disse o secretário de Agricultura do Estado, Arnaldo Jardim. O criador tem até o dia 7 de junho para comunicar a vacinação ao órgão oficial de Defesa Agropecuária, ou por meio do sistema informatizado Gedave. É preciso, ainda, declarar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, tais como: equídeos (equinos, asininos e muares), suideos (suínos, javalis e javaporco), ovinos, caprinos, aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).
A vacinação contra a febre aftosa é obrigatória.
O criador que não vacinar ou não comunicar a vacinação à Defesa Agropecuária sofrerá as seguintes penalidades: multa de R$ 117,75 por cabeça por deixar de vacinar, e R$ 70,65 por cabeça por deixar de comunicar a vacinação.