Ampliação


A previsão é de 92,4 milhões de toneladas, o que representa o aumento de 7,3% na produtividade em relação à safra 2013/2014.
Já a exportação deve crescer 4,3% a mais que a Safra anterior, alcançando 62,5 milhões de toneladas. Diante desta previsão, o Grupo de Trabalho (GT) para Gestão do Escoamento da Safra, criado pela portaria Interministerial n° 231 de 2013, mapeou as principais rotas do fluxo de exportação.
Para o secretário-executivo do Mapa, Gerardo Fontelles, a capacidade operacional dos portos deverá atender esta demanda, mesmo com a previsão de crescimento de produção e exportação. “Dois fatores determinantes para alcançarmos este volume de produção, o que a previsão nos mostra, são principalmente o clima e o preço no mercado internacional”, explicou, durante reunião na última quinta-feira (30) no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A capacidade de exportação do Arco Norte (Itacoatiara (AM), Santarém (PA), Vila do Conde (PA), Itaqui (MA), Salvador (BA), Ilhéus (BA)) aumentará em 6 milhões de toneladas, facilitando dessa maneira o escoamento, devido à proximidade da área da produção. Isso contribui para a redução do custo logístico na exportação e para reduzir a pressão nos portos do sul e sudeste.
O GT coordenado pelo Mapa planeja monitorar os fluxos da soja e do milho, aperfeiçoando as medidas implementadas no acompanhamento da safra 2013/14, quando os diversos problemas até então existentes foram minimizados. A identificação dos pontos de estrangulamento permite ao GT adoção de medidas para a solução dos problemas.
Para manter os bons resultados de escoamento no Porto de Santos e Paranaguá, o agendamento na recepção rodoviária será mantido e aperfeiçoado. Este processo implementado no Porto de Santos, com a participação dos terminais privados, reordenou o fluxo de tráfico urbano e das vias de acesso aos portos, solucionando o problema de congestionamento que se registrava no passado. Em Santos, a novidade para 2015 será o chip e antena instalados para o rastreamento dos caminhões.

Fonte Original: Portal do Agronegócio